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AVALIANDO SUA COLEÇÃO


Moedas brasileiras.

Antes de mais nada, a maior parte das moedas e cédulas são extremamente comuns e não possuem nenhum valor numismático!

A grande maioria das pessoas possui moedas ou cédulas antigas guardadas em casa, recebidas de herança, esquecidas em algum pote, saquinho ou mesmo caixinha de supostas “raridades”. E, como existem milhares de moedas e cédulas exatamente “iguais”, estas mesmas não possuem valor significativo para colecionadores.
Podemos dividir moedas de duas formas, por sua época (data), e por seu metal (ouro, prata, cobre, bronze, cupro-níquel, aço-inox, etc.). 

- Moedas anteriores a 1850

Moedas de 1695 a 1850 têm maior chance de ter algum valor para colecionadores e estudiosos, porque nesta época, a cunhagem (fabricação/quantidade) de moedas no Brasil era ainda relativamente pequena e por isso existem poucas moedas. No entanto, existem moedas desta época sem valor para coleção:

Moedas de Cobre - anteriores a 1800: precisam estar em excelente estado de conservação para terem algum valor expressivo.

Moedas de cobre - após 1800: tem muito pouco valor, mesmo em perfeito estado de conservação. 

Moedas de Prata de 1695 a 1849: que estejam gastas ou muito gastas tem baixo valor acima do valor intrínseco do metal, assim como as moedas de prata posteriores a 1850.


- Moedas anteriores a 1850 que têm valor expressivo:

Moedas de Ouro. Para que tenham valor acima do custo do metal, devem estar em estado de conservação superior. Neste caso, o valor pode variar de uma pequena fração até muitas vezes o valor do ouro da moeda (considerando-se duas coisas: Raridade e beleza). Moedas nesta categoria: 2000, 4000 e 6400 Réis da colônia e Reino Unido. As dobras, meio-dobrões e dobrões (12800. 10000 e 20000 Réis), entre outras.

Moedas de Prata de 1695 a 1849. Somente terão valor as moedas em estado de conservação superior, sem furos, tentativas de furo, soldas, arranhões, ou outros danos. Incluem-se aqui moedas do 1º Sistema monetário Brasileiro (1695-1833) as chamadas “patacas”. Ex: 20, 40, 80, 160, 320, 640 e 960 Réis e também as da Série do tipo “Jota”: de 75, 150, 300 e 600 Réis. 

Moedas do 2º Sistema Monetário Brasileiro (Série dos Cruzados) com valores de 100, 200, 400, 800 e 1200 Réis que circularam de 1834 a 1848, dependendo do seu estado de conservação, é claro.

Moedas de Cobre, principalmente de 1695 a 1750, que estejam em estado de conservação excepcional.

- Moedas posteriores a 1850

A grande maioria das moedas, com pouquíssimas exceções, não possui valor significativo.

Moedas de níquel (ou cupro-níquel) 100, 200, 300 e 400 Réis datadas de 1871 a 1935.

Moedas de Bronze de 20 Réis e 40 Réis, de 1869 a 1915.

Moedas “Amarelas” (liga de bronze/aluminio) da década de 30 até 1965 de 500, 1000 e 2000 Réis e posteriormente de 10, 20, 50 centavos e 1, 2, 5 Cruzeiros.

Moedas de aço-inox de 1967 em diante.

- Moedas posteriores a 1850 que têm valor expressivo:

Moedas de OURO. Na maioria das vezes, incluidas quase todas as moedas de ouro do 2º Império (de 1850 em diante), valem apenas o valor do metal. Por exemplo, uma moeda de 20 mil Réis de ouro de D. Pedro II data de 1851 a 1867 vale o que pesa multiplicado pelo valor do ouro do dia.

Moedas de PRATA. Assim como as de ouro, com raríssimas exceções, moedas de prata desta época “valem quanto pesam”. Consideramos nesta categoria as seguintes moedas:
- Moedas de 200, 500, 1000, e 2000 Réis do Império de 1849 a 1889.
- Moedas de 500, 1000, 2000, e 5000 Réis da República de 1889 a 1936.
Sendo assim, para qualquer moeda desta época, consideramos o peso da moeda multiplicado pelo valor da prata.



Cédulas Brasileiras.

Para as cédulas a regra é mais fácil, porque o número de cédulas existentes é muito menor. 

Em circulação no Brasil a partir do início do século XIX, somente foram usadas mais correntemente a partir de 1870. 

As cédulas do Brasil podem ser divididas em duas épocas:

Cédulas do Padrão Réis ou Mil-Réis (1833 – 1941): 

Valores faciais das cédulas: de 500 Réis até 1 Conto de Réis (1.000.000 de Réis).
Cédulas deste tipo devem estar em ótimo estado de conservação para terem algum valor importante. O papel deve ser firme, não podendo haver rasgos, manchas, dobras, restauro, amassados, ou qualquer defeito. 

Cédulas do Cruzeiro ao Real (1942 em diante): 
Estão incluídas aqui todas as variações monetárias, inclusive:Cruzeiro, Cruzeiro Novo, Cruzado, Cruzeiro Real, etc. Com raríssimas exceções, nenhuma cédula deste tipo tem qualquer valor, mesmo estando “nova” como se tivesse sido retirada do banco. Por exemplo: freqüentemente encontramos “pacotes” ou “tijolos” com 100 cédulas que, para a surpresa de leigos, valem cerca de R$0,10 (10 centavos) cada cédula



Moedas e cédulas estrangeiras:

Moedas posteriores a 1900 (com exceção das de ouro e poucas de prata) a chance de não ter valor nenhum é perto dos 100%. Isto serve para qualquer país, mesmo para os mais exóticos. 

Na grande maioria, as moedas estrangeiras que as pessoas encontram “esquecidas” em casa, não passam de “troco de viagem”, sem nenhum valor importante. 

Isto tambem vale para as cedulas, salvo peculiaridades muito específicas ou quando forem de alto valor facial (não para cedúlas de periodos de inflação).