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Mário de Andrade - 500 Mil Cruzeiros - Iconografia de uma cédula


A cédula de 500 000 cruzeiros teve um período curto de circulação de 29 de novembro de 1993 a 15 de setembro de 1994. Essa mesma estampa circulou com o padrão monetário corrigido por carimbo de valor facial de 500 Cruzeiros Reais.
O tema da cédula é dedicado a Mário de Andrade (1893-1945), o notável romancista, poeta, ensaísta, crítico, contista, cronista, teórico de arte e musicólogo.
Em seqüência às comemorações (1992) dos 70 anos da "Semana de Arte Moderna" - marco inicial da chamada Revolução Modernista no Brasil, é significativo que em 1993 se celebre o centenário de nascimento do intelectual que é considerado a figura mais influente da cultura brasileira neste século.
A nova cédula apresenta elementos expressivos da vida e da obra do homenageado. 
No Anverso vemos a efígie do escritor, tendo à esquerda desenho inspirado em fotografia batida pelo homenageado e por ele intitulada "Sombra minha". 
Acompanhada pelo último verso do conhecido poema "Eu sou trezentos...", a composição constitui referência à variada e influente presença de Mário de Andrade não só na criação literária como em praticamente toda a vida cultural brasileira nos últimos 70 anos.
Muiraquitã
À direita, acima das microchancelas, a coincidência perfeita da impressão em ofsete do anverso e do reverso (elemento de segurança) é marcada pela figura de um muiraquitã, amuleto zoomorfo talhado em pedra que, característico do folclore  da região amazônica, representa referência central ao longo da trama rapsódica que constitui a obra mais conhecida de Mário de Andrade ("Macunaíma"), além de simbolizar o vínculo do imaginário brasileiro com a natureza tropical.