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NEM TODOS OS HERÓIS SÃO SANTOS, E NEM TODOS OS SANTOS SÃO HERÓIS


Não tem muito muita relação com a numismática a postagem de hoje, mas diante do quadro político e das manifestações elogiando alguns "grandes lideres" do socialismo eu resolvi dar a nossa contribuição para os caloros debates em torno dos assuntos abordados nas redes sociais. Um pouco de história poderá mostrar que todos são "farinha do mesmo saco". 

Algumas pessoas gostam e outras nem tanto! O que temos neste texto não são informações infundadas ou difamatórias, mas informações verdadeiras sobre um período marcante da história... As mascaras caem e mostram a verdadeira face tanto do travestido marxismo de Fidel como da falsa moralidade e bons costumes americanos.
Entre 1952 e 1959, com o objetivo de criar a Monte Carlo do Caribe, a máfia construiu grandes hotéis-cassinos, boates, hotéis turísticos. Lucky Luciano, Meyer Lansky e Santo Trafficante, a realeza da Máfia, planejaram a criação de um estado criminoso no país mais tarde dominado pelo comunista Fidel Castro.
Meticuloso, Lansky começou a estruturar os negócios da Máfia em Havana, construindo hotéis e cassinos. Frank Sinatra deu sua colaboração. Em 1947, o cantor entregou 2 milhões de dólares a Lucky Luciano. Ele era um investidor nos negócios da Máfia. Era sócio de uma revenda de carros com os irmãos mafiosos Rocco e Charles Fischetti e possivelmente “sócio oculto num cassino-boate que Willie Moretti planejava abrir em Palisades, Nova Jersey, e estava pensando em investir na construção de um hotel-cassino em Las Vegas”. Lucky Luciano esclareceu a situação do amigo: “Quando chegou a hora de colocar grana para lançar Frank ao público, nós colocamos”. Em “O Poderoso Chefão”, um cantor, supostamente Sinatra, visita Vito Corleone e sugere que precisa fazer um filme para voltar a fazer sucesso. O diretor não quer. Sob pressão, acaba cedendo. O filme seria “A Um Passo da Eternidade” (1953), de Fred Zinnemann. Sinatra brilha como o injustiçado Maggio. O cantor era protegido, então, de Lucky Luciano, que, como Vito Corleone no filme, também condenou o tráfico de drogas, pelo menos num certo período.

O rei de Cuba era Lansky, tido como “o mais astuto operador do submundo americano”. O mafioso conquistou Fulgencio Batista e trabalharam juntos cerca de 15 anos. Batista era o abre-te sésamo do criminoso. O presidente cubano chegou a nomeá-lo conselheiro do governo para reformular o jogo em Cuba. Lansky voltou a Havana em 1952, para ficar.

O Hotel Nacional passara, antes do governo de Batista, para controle público. Com Batista, Lansky assumiu sua direção. O criminoso transformou-o no palácio da Máfia, com um cassino que era uma mina de dinheiro. Para arranjar dinheiro público para a Máfia construir hotéis e cassinos, o presidente cubano criou o Banco para o Desenvolvimento Econômico e Social (Bandes). Os negócios da Máfia e do governo de Cuba passaram a ser um só.

Para aprovar uma legislação favorável à Máfia, e para protegê-la, Batista recebia por ano cerca de 10 milhões de dólares. Com dinheiro do governo, Lansky e seus colegas mafiosos decidiram construir os hotéis-cassinos Havana Hilton, o Hotel Deauville e o Hotel Capri.

Sem Lucky Luciano, deportado para a Itália, Lansky só não assumiu o comando sozinho porque havia outro mafioso poderoso e perigoso, Santo Trafficante, rei do Sans Souci. Mas, como todos estavam ganhando muito dinheiro com a jogatina, os mafiosos não precisaram se matar. Cuba, a pérola das Antilhas, havia se tornado um Estado mafioso, no qual era difícil distinguir onde começavam e acabavam os negócios da Máfia e os do presidente Batista, uma espécie de rei de Cuba, ou “o Estado sou eu”.

Em 1956, para acelerar os negócios, Lansky criou a empresa La Compañia Hotelera Riviera de Cuba. O mafioso planejava construir mais um hotel-cassino, o Riviera, com 21 andares e 440 quartos. A Máfia investiu maciçamente em Cuba. No final de 1958, com os rebeldes entrando em Havana, Lansky e outros mafiosos começaram a retirada de dinheiro de Cuba. Mas não deu tempo para retirar a maior parte dos dólares. “Por curiosidade”, Lansky “esperou até que Castro entrasse na cidade em 8 de janeiro”. Em um primeiro momento os mafiosos não conseguiram entender que Fidel não era um mero sucessor de Batista. Sua ideologia marxista, não combinava com a dialética mafiosa. Trafficante e Norman Rothman, certamente avaliando que Fidel seria o Batista de amanhã, possivelmente deram dinheiro e armas ao revolucionário e 50% dos lucros da máfia em Cuba (Uma exigência de Fidel) mas a divisão não foi aceita pelos lideres da máfia. O oficial da CIA Robert D. Weicha também arranjou armas e 50 mil dólares para Raúl Castro. O velho e equivocado pragmatismo americano. “Nós não estamos dispostos apenas a deportar os gângsteres, mas a atirar neles”, vociferou Fidel... Uma vez que o novo líder cubano teria recebido a negativa de divisão de lucros da máfia. O revolucionário chegou a prender Santo Trafficante como retaliação. Trafficante foi liberado porque teria subornado Raúl Castro com 100 mil dólares. Lansky caiu fora. Batista teria tirado 300 milhões de dólares de Cuba. Os mafiosos, como Lansky e Tra­fficante, os que mais investiram no país, tiveram grandes perdas. “Cuba foi a derrota mais custosa para a Máfia.”  
E depois da máfia surge um argentino supostamente “idealista”. Guevara foi um dos “ideólogos” e comandantes que lideraram a Revolução Cubana (1953-1959) que levou a um novo regime político em Cuba. Ele participou desde então, até 1965, da suposta reorganização do Estado cubano depois do golpe militar de Fidel, desempenhando vários altos cargos da sua administração e de seu governo, principalmente na área “econômica”, como presidente do Banco Nacional e como Ministro da Indústria, e também na área diplomática, encarregado de várias missões internacionais.
Convencido da necessidade de estender a luta armada revolucionária a todo o Terceiro Mundo, Che Guevara impulsionou a instalação de grupos guerrilheiros em vários países da América Latina. Entre 1965 e 1967, comandou investidas no Congo e na Bolívia, onde foi capturado e morto pelo exército boliviano, em colaboração com a CIA, em 9 de outubro de 1967.
A sua figura desperta opiniões favoráveis e contrarias, na opinião pública, e converteu-se em um símbolo mundial para aqueles que defendem o socialismo e o liberalismo.  Para muitos dos seus partidários, representa a rebeldia, a luta contra a injustiça social e o espírito “incorruptível”. Em contrapartida, muitos dos seus detratores o consideram como um criminoso, responsável por assassinatos em massa, e acusam-no de má gestão como ministro da Indústria e corrupção durante o comando do banco central cubano.
Seu retrato fotográfico, obra de Alberto Korda, é uma das imagens mais reproduzidas do mundo e um dos ícones do movimento contracultural. Tanto a fotografia original como suas variantes, algumas apenas com o contorno do seu rosto, têm sido intensamente reproduzidas, para uso simbólico, artístico ou publicitário.


FESTINHA PARA KENNEDY

Como Cuba era o paraíso dos americanos, o jovem senador John Kennedy também esteve por lá, em 1957, acompanhado do senador George Smathers, da Flórida. Santo Trafficante e Evaristo García organizaram uma orgia para Kennedy. O futuro presidente dos Estados Unidos passou a noite com “três lindas prostitutas”. “Sem que Kennedy soubesse, a suíte” tinha “um espelho de dois lados que permitia que Trafficante e García observassem o encontro de Kennedy do outro quarto”, relata T. J. English.

O pianista Bebo Valdés, autor de um magnífico CD (e DVS) com o cantor espanhol Dieguito Cigala, diz que a prostituição era forte. “Os americanos do Sul queriam apenas negras”, conta.

Juan Manuel Fangio, piloto de Fórmula 1 (sim, Cuba fazia parte do circuito internacional), foi sequestrado pelos revolucionários cubanos. E, depois, saiu falando bem dos fidelistas.

CURIOSIDADES

Lansky, o judeu que funcionou como cérebro da Máfia e foi imortalizado no filme “O Poderoso Chefão 2” como Hyman Roth. Carmen Miranda cantou no Colonial Inn, um cassino-nightclub americano de Lansky. Ela pediu um conjunto de maracas cubanas. O criminoso voou para Havana para buscá-las. O advogado Bernard Frank perguntou por que tinham de ser cubanas. O chefão explicou que “Carmen, a temperamental cantora, atriz e estrela brasileira, então no auge de sua celebridade, estava pedindo um conjunto específico de maracas que ela havia visto numa loja em Havana e não aceitaria outras”. Os cantores Eartha Kitt (namorada de Orson Welles), Nat King Cole, Dorothy Dandridge, Sarah Vaughan, Ella Fitgerald e Mario Lanza “trabalharam” para a Máfia em Havana.

Um versículo da Bíblia se encaixa bem ao fato histórico citado! "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertara"- João 8:32